Surfar nas ondas e apanhar tubos já é bom, agora, imagina voar ou deslizar por cima delas? É possível! Para isso, tens de praticar Kitesurf. Há alguns dias produzimos um post sobre a história do esporte e, hoje falaremos um pouco sobre as modalidades e tipos de pranchas.

MODALIDADES:
Wakestyle – Vem do wakeboard, velejo realizado com o kite mais na área de pressão, manobras de muita força com o kite girando no eixo, ou seja girando no mesmo lugar bem na área de pressão. Alguns riders utilizam obstáculos dentro da água para realizar as manobras de wakeboard.

Freestyle – Estilo, livre, mais radical do kitesurf, refere-se a competições com manobras clássicas e manobras utilizadas em campeonatos. Tem o objetivo de buscar perfeição nas manobras comuns em competições.

Freeride – Velejo misturado. Tem como objetivo diversão, o rider freeride entra na água sem objetivo pré-definido, seu principal foco é curtir. ele altera o tempo todo seu velejo ou seja, ele pode estar veleando de kitewave e de repente resolve dar um backloop ou simplesmente resolve percorrer uma longa distâcia apenas velejando, ou durante o velejo resolve treinar uma manobra de freestyle. Assim é o freeride, tudo que vier é lucro o foco é diversão.

Kitewave – É o velejo direcionado para as ondas. Feito com pranchas e manobras de surf, porém, usando o kite para acelerar e fazer as manobras com maior precisão. O velejador de kitewave precisa ter o surf na veia, se não tiver vai achar o kitewave meio parado.

Kiterace – Essa modalidade é a que mais se aproxima do velejo de barco. Consiste em dar bordos compridos com kites. Os velejadores de kiterace buscam desafios de percorrer longas distâncias em um curto espaço de tempo.

Como os saltos são frequentes, as pranchas têm que ser mais resistentes. Confira!

Direcional – Bastante semelhante às pranchas de surf, possui duas ou três alças para os pés e quilhas iguais às do surf. São próprias para ondas e regatas.

Bidirecional – Esse tipo de prancha não possui frente ou traseira, ambos os lados são iguais. Por possuir quilhas menores do que as direcionais são mais ágeis para se mudar de direção.

Wakeboard  – Não são ideais para surfar as ondas. Ela possui pouquíssima flutuação e suas quilhas são pequenas. A vantagem é de ser leve e pequena, assim, sua aerodinâmica facilita os saltos e giros. Em ventos fortes, é boa para orçar, pois crava bem a borda na água e é muito resistente. Porém, por quase não flutuar, precisa de ventos mais fortes.

 

Agora, veja aqui mais um vídeo de uma estrela do Cumbuco: Romário Sousa

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